Aprendendo Python de forma produtiva

Como já comentei na entrevista, trabalho como Web Designer aqui na empresa Kami Clean (www.kamiclean.com.br), então em quase nenhum momento trabalho diretamente com programação, apenas em algumas horas que brinco com HTML e CSS para poder criar campanhas de e-mail marketing. Meu aprendizado de Python desde sempre foi autodidata, então nunca tive qualquer tipo de pressão para aprender ou senão prazos para cumprir, com isso a correria diária não permitiu/permite que tenha um cronograma ou rotina a seguir.

Com isso percebi que meu aprendizado não está bom, assistia uma palestra aqui, outro tutorial ali, mais um artigo acolá e não conseguia enxergar resultados. Uma das maiores questões para quem deseja conhecer Python é saber quais são as fontes ideias para iniciar, felizmente existem milhares de locais, grande maioria gratuitos que são de excelente qualidade, e que estão em português, auxiliando aqueles que tem dificuldade na linguagem inglesa.

Para poder melhorar e tornar o aprendizado de Python mais produtivo trabalharei seguindo prazos e metas, até porque uma tarefa sem prazo é uma tarefa que nunca será feita. Essa frase caiu como uma luva para minhas dificuldades, até porque essa imagem abaixo resume bem meu sentimento.

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E também assisto sempre esses vídeos para recuperar meus estímulos.

http://www.youtube.com/watch?v=oDQavr74Exw&feature=c4-overview&playnext=1&list=TLxE339CaKh2s (Não é possível incorporação =/ )

Montei um cronograma que acredito que será interessante e gostaria de compartilhar, e também seria de extrema importância para mim suas considerações e dicas para ajudar durante meu processo. Vejamos minhas ideias, toda essa lista será feita diariamente, e irei postar os avanços e aprendizados aqui no blog:

– Resolver 2 a 4 questões da Python Brasil;

– Ler e fazer os artigos e tutoriais dos blogs Aprenda Python e Python Help, talvez reforce conceitos no Python for Beginners;

– 2 a 3 capítulos da documentação do Python, traduzido pelo Luciano Ramalho;

– Assistir 1 mutirão oferecido pela Pycursos por semana;

– Criar um pequeno projeto Open Source e postar no Github ao final do mês.

Acho que será fundamental o feedback da galera e indicar caminhos e dicas, claro que é uma ideia inicial e poderá ser mudada de acordo com o tempo, e espero resolver toda essa lista dentro de 1 hora e meia à 2 horas.

E bem lembrado pelo Vinicius Assef, temos a lista da Python Brasil no qual posso contar com a ajuda do pessoal para dúvidas e dificuldades. Lá tem uma galera muito boa que sempre ajuda e auxilia quem deseja entrar na comunidade.

Abraço!

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14 comentários em “Aprendendo Python de forma produtiva

  1. Muitíssimo bem colocado, Erick. 1 hora de mão na massa nunca será superado por nada!

    Faltou dizer que em caso de dúvidas, ainda existe a lista Python Brasil para ajudar, desde que você já tenha tentado alguma solução antes. 😉

  2. Muito bom post, Erick! Um outro hábito que pode ser bastante útil é separar um tempo para ler código-fonte de aplicações open source. Pegar aquela funcionalidade que a gente sempre se pergunta “Que tipo de mágica é essa? Como será que eles fizeram isso?”, ir no fonte e descobrir pode geralmente é bem proveitoso.

    Ah, sempre é bom lembrar de comparecer aos encontros das comunidades locais de Python. O contato presencial é muito rico é produtivo.

    Valeu!

    1. Rodrigo, obrigado pelas considerações e dicas. Por acaso você conhece algum projeto legal que possa indicar para dar uma olhada?

      E fui nesse Domingo no TDC na trilha Python, conheci gente que sempre admirei como o Bruno Rocha, Thiago Avelino e Fernando Masanori, entre outros. Conhecer cases de sucesso com Python é show de bola, e acaba descobrindo novidades muito interessantes.

      Valeu pela força, abraço!

      1. Penso que é mais proveitoso ir atrás de aplicações/bibliotecas que você costuma usar com frequência, em especial aquelas que são tão famosas que a gente se pergunta porque não fazem parte da biblioteca padrão do Python.

        Um exemplo seria o módulo requests [1] ou, para quem usa Django, qualquer uma das apps de terceiros mais famosas, e assim por diante.

        [1] https://github.com/kennethreitz/requests

  3. Muito legal o seu cronograma! Ficarei torcendo e acompanhando os seus relatos.

    Outra excelente forma de aprender é seguir alguma das tags relacionadas a Python no StackOverflow [1] (em inglês). Por exemplo, na tag Python [2] são postadas diariamente várias dúvidas, sendo sempre prontamente respondidas. Durante esse processo, você começa a responder questões também, o que lhe ajuda em vários aspectos, pois sempre há o feedback com relação a sua resposta.

    [1] http://stackoverflow.com/
    [2] http://stackoverflow.com/tags/python

  4. Eric, eu assisti a sua entrevista há semanas atrás, e assim como você também estou nessa guerra. Muito interessante o que você colocou aqui, e vou tentar administrar isso para seguir um modelo similar, claro, visando meu interesse tempo disponível e afins.
    Espero poder voltar para conversar mais vezes e discutir Python.

    Suerte che!

  5. Muito legal, é por aí mesmo, só reforçando a idéia do Ricardo de ver os códigos fontes. Aprendi da seguinte maneira, começava fazendo um ToDoList em Python, vou implementando e consultando algum código de referência no github, assim da pra ir aprendendo na prática. Pode ser um Crud, agenda, etc..

  6. Fala ai Eric, muito bacana esse post, vou acompanhar a evolução e tenho certeza que terá grandes resultados. Como o Tito mencionou eu também aprendo muito fazendo “ToDoList” ai vou criando uns cruds e conforme a necessidade vou buscando material, com o tempo percebi que consigo maiores resultados no aprendizado dessa maneira.
    um abraço e sucesso nesse projeto!

  7. Ao invés de ler a documentação do Python, traduzido pelo Luciano Ramalho. Eu poderia ler o A Byte of Python por ser a versão 3?

    1. Depende.

      A documentação traduzida pelo Luciano Ramalho acredito que esteja na versão 2.6, e é DOCUMENTAÇÃO. Já o Byte of Python é um ‘livro’ no qual serve para aprendizado da linguagem, que por sinal tem em português pelo feito pelo amigo Rodrigo Amaral e outros – http://rodrigoamaral.net/a-byte-of-python/indice/

      Quando escrevi esse texto há um tempo queria aprender através da documentação, mas é tedioso, depois de um tempo percebi e mudei alguns planos.

      Ou senão indico que faça o curso do Python for Zombies do Fernando Masanori que está disponibilizando aulas em Python 3.

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