1 week – Os tropeços do autodidata

Tem horas que ser autodidata é um saco, ter alguém ao seu lado dando suporte é fundamental para que seu ânimo não caia. Devido ao fato de ter criado o post e me comprometido publicamente já ajuda bastante a não perder o ritmo, sendo assim deixo outra dica bem interessante da Ana sobre métodos e análises de formas eficazes de aprimoramento de estudos.

Decidi que não irei mais seguir pela documentação, tem muita informação lá que não vale a pena ser seguido, apenas consultado. Parece ser óbvio para muitos, mas tinha uma ideia diferente e não deu certo, acontece. Deixo como indicação então que estou seguindo o livro do Luiz Eduardo de Python para programadores, acho que é o melhor livro de Python gratuito e em português.

Quanto aos exercícios estão indo, lentos devido a falta de tempo mas que ajudam a fixar alguns conceitos importantes.

E gostaria de deixar uma ressalva importante para quem não deseja aprender Python, mas sim Ruby, a comunidade do Ruby criou diversos conteúdos para quem deseja conhecer a linguagem, mas por questão de afinidade sigo com Python. Esse comentário serve apenas como forma de constatação e abertura de novos horizontes.

E quanto ao projeto. É, nesse ponto no final do mês falhei, mas deixo como meia desculpa pois me comprometi no meio do mês e ainda estou nas fases iniciais. Gostaria de sugestões do pessoal sobre projetos que sentem falta ou que desejariam desenvolver mas não tem tempo, pode ser qualquer um, sinceramente estou sem ideias.

Atualização 01/08 – Pensando bem, tenho muita base teórica, tendo a sensação de que meus estudos não valem pra nada, acho que irei criar um breve desafio de levantar aplicações simples a cada semana, correndo feito idiota, com prazos e metas curtos. O que acham?

Ficamos por aqui, grande abraço!

9 comentários em “1 week – Os tropeços do autodidata

  1. Se o objetivo é aprendizado, reinvente a roda! Tente implementar sua própria versão de algo simples que já exista, identifique os pontos problemáticos e peça ajuda quando precisar. Ter metas e prazos é bom, mas é preciso ter uma dose de “auto-tolerância” para que as frustrações (inevitáveis) tenham menos impacto negativo em seu aprendizado.

    Boa sorte na jornada! 🙂

    1. Muito obrigado Rodrigo pelas suas considerações e dicas, são muito importantes. Penso que como comentei já fiz diversos cursos, tanto que foram 3 de Python, então estava estudando novamente as bases da linguagem, sendo que já tenho conhecimento, ou seja, reinventando a roda sem necessidade. Então hoje deu aquele momento ‘iluminado’ e vi que criando pequenas aplicações e os problemas que surgirem no caminho serão mais interessantes e práticos para um aprendizado melhor.

      Estou pensando em fazer criações simples variando em 3 frameworks: Web2py, Django e Flask, seja um formulário de cadastro, umas tabelas simples e evoluindo aos poucos, e irei armazená-los na pythonanywhere.

    1. Olá Francisco, tudo bom?

      Valeu pelo comentário, no primeiro projeto irei criar uma single page com um formulário de contato que irá ficar guardado no banco de dados. E depois o código será disponibilizado no Github. O que acha?

      1. Acho que vou de Django, quero testar algumas coisas. Mas por curiosidade, acredito que em Web2py para fazer o projeto seja mais rápido devido as suas praticidades.

  2. Parabéns Eric!

    Seus acertos me inspiram, mas seus tropeços também. Obrigado por relatar tudo!
    O que tem me ajudado a insistir no aprendizado é publicar os códigos no github, é uma forma de tornar público e acompanhar a evolução.

    Abraço!

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