A diferença de querer realmente algo transforma sua perspectiva de vida e sucesso

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Quais dessas frases você já não ouviu de amigos:

Queria fazer algo mas:

– Falta tempo;
– Falta dinheiro;
– É muita coisa para aprender;
– Falta talento;
– E diversas outras.

Sem desculpas

Tudo isso é mentira. São razões falsas para enganar a mente para se conformar com a situação atual. Não vou dizer que são motivos, até porque motivos são, em grande parte, razões imutáveis, e essas definitivamente não são.

Para dar um pouco de contexto, adoro esse vídeo falando sobre o quanto você deseja ter sucesso.

E ouço bastante coisas do tipo: “Gosto muito de Python, mas não sou pró-eficiente.”, “Gostaria muito de trabalhar com Python.” ou “Acho Python muito bom, talvez um dia eu aprenda”.

Isso não se aplica a Python, se aplica a qualquer coisa na sua carreira de desenvolvimento. O Bruno Tikami em sua palestra na Python Brasil 2013 fala sobre isso, para fugir da situação de conforto atual, é necessário sacrificar algumas coisas para poder alcançar uma posição melhor em sua carreira.

Pessoas “fora da curva” criam formas de adquiri conhecimento. Se está na internet e lendo esse texto, tenho fé que tenha plenas forças para que alcance seus objetivos.

Como o Roberto Shinyashiki diz:

“Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.

Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.

Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.

O sucesso é construído à noite!

Durante o dia você faz o que todos fazem.

Mas para obter um resultado diferente da maioria… você tem que ser especial!

Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.

Não se compare à maioria, pois infelizmente ela não é modelo de sucesso.

Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.

Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão.

Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.

A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois…

Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO.

Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA.”

 

Então vamos retomar as desculpas acima:

– Falta tempo;

Realmente falta tempo? Não poderia abdicar uma hora do seu dia para estudo? Se não houver disponibilidade durante a semana, pelo menos uma hora, meia hora, qualquer hora do seu dia? Realmente dentro de 7 dias por semana não há qualquer forma?

– Falta dinheiro;

Cursos de boa qualidade estão espalhados pela internet, basta colocar o nome do curso + “Grátis” e tenho certeza que algo encontrará, ou no mínimo um blog ou portal com informações para poder pesquisar. Ou senão, bibliotecas em sua cidade, livros online, vídeo-aulas, YOUTUBE!

Fontes de estudo não faltam, e dinheiro para investir não é necessário. Mas claro, cursos podem ajudar bastante, mas vai de você e suas necessidades.

Já dizia Vinícius Teles em sua palestra:

– É muita coisa para aprender;

Mas se não houver o primeiro passo, como é que pode chegar ao objetivo?

Não adianta ver uma vaga com 400 requisitos, tem que pensar: “Bem, esses aqui acredito que sejam os essenciais, será que através do essencial, o restante não posso aprender na prática lá?” ou “Será que existe um material online que possa estudar e mandar para o pessoal dar uma olhada e submeter a vaga?”

– Falta talento;

Todos nascemos com talento para algo, mas para esse talento ser visível é necessário muito treinamento, exercícios e prática. O Vinícius Assef escreveu um post para aqueles que falam que gostaria de aprender Python.

http://aprenda-python.blogspot.com.br/2014/02/o-que-voce-sugere-para-eu-me.html

Deu para perceber algo? A diferença das pessoas de sucesso a você é que conseguem eliminar o máximo de barreiras e correr atrás, não ficar criando desculpas. E outra coisa muito importante é em relação ao sucesso, no qual sucesso é uma palavra que se aplica a diversas perspectivas, a relação “Quanto maior o salário == Sucesso” é uma farsa. É necessário definir, o que é sucesso para você.

Se você chegou ao final desse post, tenho certeza que parou para pensar em algumas coisas que estão sendo postergadas há um bom tempo. Sim, essas são coisas que você “meio” que quer.

É necessário foco, disciplina, dedicação e um pouco de sacrifício. Não é assim nos vestibulares? Por que não podemos aplicar para a vida toda?

Sylvester Stallone falou algo que não é mentira:

O Henrique Bastos em sua palestra no Rupy 2014 fala sobre sua experiência de sair de uma vida ‘regrada’ para viver de freelancer.

E você, o que anda postergando? Nunca é tarde para começar. Coloque aí nos comentários algo que lembrou agora e irá correr atrás.

Obs: Claro que isso não se aplica a tudo, cada pessoa tem uma história e necessidades de vida, mas acredito fielmente que, com esforço, não haverá algo que impeça.

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Configurando o Bash Profile para mostrar o branch, venv e pastas – Eduardo Cuducos

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Como passo horas e horas programando, acabo passando também horas e horas interagindo com o terminal do meu Linux ou do meu Mac OS X. Resolvi brincar com meu .bash_profile para fazer a própria interface do terminal ser mais informativa.

O .bash_profile é um arquivo que fica na raíz do usuário (por exemplo /home/fulano/ no Linux, ou /Users/fulano/ no Mac). Para colcar de forma simples, esse arquivo personaliza a forma como o usuário interage com o terminal definindo variáveis, atalhos e até mesmo aquela linha que aparece na frente de cada comando que digitamos (o prompt).

Enfim, depois da minha brincadeira com o .bash_profile, eis o resultado:

fulano@localhost ~ $
fulano@localhost ~ $ cd ~/meu-projeto/
fulano@localhost ~/meu-projeto (master:clean) $ workon findaconf
fulano@localhost ~/meu-projeto (master:clean) $ git checkout -b nova-branch
fulano@localhost ~/meu-projeto (meu-projeto:nova-branch:clean) $ touch teste.py
fulano@localhost ~/findaconf (meu-projeto:nova-branch:pending) $ unlink teste.py
fulano@localhost ~/findaconf (meu-projeto:nova-branch:clean) $ deactivate
fulano@localhost ~/findaconf (nova-branch:clean) $ cd ~
fulano@localhost ~ $

Vamos por partes:

1. Começo no meu diretório de usuário, o prompt está normal.
1. Se entro num diretório que é um repositório Git, no prompt aparece o nome da branch em que estou e o status (pending se tenho que dar commit em alterações, ou clean caso não tenha nenhum commit pendente).
1. Se ativo um virtualenv (no exemplo uso o virtualenvwrapper), o prompt mostra o nome do virtualenv antes do nome da branch.
1. Se mudo alguma coisa no repositório, o status muda para pending.
1. Se mudo de branch, nome da branch no prompt é atualizado.
1. E se saio do diretório ou desativo o virtualenv, vou limpando o prompt.

O padrão sempre é um desses:

(nome do virtualenv : nome da branch no git : status do git) com virtualenv ativo em diretório/repositório Git
( nome da branch no git : status do git) em diretório/repositório Git (mas sem virtualenv ativo)
( nome do virtualenv ) com virtualenv ativo (mas fora de diretório/repositório Git)
Ou um prompt normal sem virtualenv ativo e fora de diretorio/repositório Git

Talvez esse código seja útil a mais alguém, então compartilho aqui essa parte do meu .bash_profile (ou podem ver no meu Gist, com mais algumas pitadas de personalização):


Eduardo Cuducoshttp://about.me/cuducos

2 anos de Aprendendo Python

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Cacetada, já fazem 2 anos que esse blog existe. Parece que foi há muito pouco tempo que comecei minha empreitada no mundo do Python. É algo engraçado que quando comecei era algo completamente despretensioso, e nunca imaginei que mudaria minha vida completamente.

Quando iniciei trabalhava como consultor de vendas de materiais de papelaria, apenas um cara a mais interessado por programação, entusiasmado com tudo e todos. Não é a toa que o primeiro post era sobre o Guia de iniciantes a programação, pessoas assim como eu. E pode ver que tem artigos de Fireworks e e-commerce, no começo era apenas um blog meu, não uma referência em Python.

Gostaria de compartilhar com vocês todas as mudanças que ocorreram durante esses anos, mas esse post teria o comprimento da maratona de São Silvestre, mas realmente olhando para trás e vendo os artigos, começo a me lembrar dos aprendizados e amigos que fui fazendo ao longo do caminho.

Tem artigo de comunidade, mercado de trabalho, frameworks web Python como Django, Web2py, Bottle, Flask, Plone e outros, produtividade, motivação, foco, frustração, e diversas outras. Coisas que tive interesse e passei durante esse tempo. E se olharmos bem, desde o primeiro post(74 contando com esse), é quase uma timeline do que aprendi e vivenciei.

Mas o que é mais engraçado é que o que fazemos hoje só terá sentido daqui a algum tempo, e que aos poucos fui conhecendo histórias de pessoas que o blog ajudou, e pessoas que me ajudaram a construir e manter esse blog. Se não fosse por isso não tinha conhecido pessoas do mundo inteiro, não tinha viajado, não tinha aprendido tanto e enriquecido minhas ideias e pensamentos.

Por diversas vezes pensei em largar o blog, fazer outra coisa. Sei lá, voltar a ser consultor de vendas de novo, trabalhar com help-desk, não sei, já passou milhares de coisas. Mas a cada vez que penso em dar um passo para trás, me aparece uma história nova e reacende minhas esperanças e minha motivação volta a tona.

Por exemplo uma história engraçada que os pontos fazem muito sentido hoje nesse aniversário.

Se não tivesse livre para poder viajar a Porto de Galinhas, não tinha ido a Python Brasil, e não tinha conhecido o Robson. O Robson é um dos organizadores da Rupy São José dos Campos. Nisso não teríamos contato e não conseguiria o desconto no ingresso para a galera, sendo que o Carlos Glória não teria possibilidades de ir ao evento com o preço normal.

Conhece o Carlos, veja sua história:

Se o Carlos não tivesse ido, não teríamos essa história gravada no evento, e se ele não estivesse presente, ele não tinha ganhado esse kit de Arduíno e Raspberry Pi para continuar seus estudos.

E esse hangout foi a mesa de bar com Python, outra coisa que não tinha qualquer sentido, mas que a galera curtiu muito, e ajudou algumas pessoas que fiquei sabendo depois. E por coincidência havia ganhado um ingresso do Renzo em uma promoção, mas como já havia comprado, cedi para o Hugo, e sei que foi de muita ajuda.

Tudo isso foi algo natural, despretensioso,  mas que causou um grande impacto para muitos, que até agora não fazia muito sentido. Tenho diversas outras histórias interessantes que gostaria de compartilhar, mas também não cabem aqui, mas estão todas em meu s2 ;).

Coloque aí nos comentários o que esse blog já te trouxe de bom, de ruim, o que influenciou, ajudou, sei lá, qualquer coisa. Tem muitas coisas que não faço a menor ideia e quando vejo, tem um grande impacto.

Um abraço a todos que acreditam no trabalho do blog de ajudar o máximo possível com a comunidade, espero que esse trabalho seja persistido e que mais histórias fantásticas sejam criadas.