O impacto da síndrome do impostor nos profissionais de TI

A área de tecnologia é uma das que mais crescem no mundo. A todo momento surgem inovações e novidades que mudam completamente nosso cotidiano. E com isso são necessários profissionais especialistas em cada assunto. Mas e quem não é especialista, como ele se sente?

Por incrível que pareça, muitas pessoas podem estar com a síndrome do impostor e não sabem.

Mas o que seria isso? Para exemplificar melhor, deixo dois textos muito bacanas que ilustram bem esse sintoma:

http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/189/noticias/voce-ja-se-sentiu-um-impostor

http://www.papodehomem.com.br/esta-se-sentindo-um-impostor-voce-nao-esta-so/

Muitos ouvem falar dos desenvolvedores “Rockstar”, aqueles que se destacam pelas suas atividades comunitárias, seja escrevendo artigos, ou dando palestras mundo afora, onde são considerados referências no assunto. O Diego Eis escreveu a respeito sobre essa ideia – http://tableless.com.br/nao-seja-o-proximo-zeno-rocha/. Mas algo que o Zeno relata em outro texto (https://medium.com/@zenorocha/ser-popular-e-uma-merda-b739836e4407) é algo que algumas pessoas podem não perceber:

Lembre-se sempre:popularidade é diferente de competência. Só porque alguém é referência em determinada área, não quer dizer que essa pessoa é melhor tecnicamente que você. De novo, pode parecer clichê mas a gente esquece disso o tempo todo.

E pelo fato de que há pessoas mais articuladas no mercado, que sempre dão as caras em eventos, não quer dizer que o que dizem seja mais importante do que você tenha a dizer.

Assim como a história do Python, a linguagem não foi feita apenas pelo Guido Van Hossun, foi feita por diversas pessoas que tinham o interesse genuíno de compartilhar e colaborar com algo que achavam interessante.

O vídeo abaixo mostra um pouco sobre a história do Python, onde o Guido encaminhou um e-mail para um grupo de amigos e todas as interações feitas são e-mails trocados e projetos que foram nascendo nesse meio tempo.

Não foque nos resultados, foque no processo!

Para chegar em algum objetivo, independente do que for, é necessário o primeiro passo. E o medo do fracasso, como descrito nos textos, é maior do que sua coragem de começar as coisas.

Com isso, é necessário foco e realmente querer, com isso, deixo novamente dois links muito importantes:

http://mel-meow.com/uma-longa-noite-aprendendo/

Conclusões

Muitos tem medo de compartilhar aquilo que sabem, pois o medo das críticas é enorme. Isso é normal e não tem problema algum com isso, mas saiba que o pouco que sabe pode mudar a vida de outra pessoa. Por isso, não deixe de interagir e compartilhar.

Ninguém nasceu sabendo. É meio clichê isso mas nós sempre esquecemos. Tudo leva tempo, e se a pessoa tem bastante capacidade, tenha certeza que isso levou tempo, e porque não podemos, aos poucos, também alcançar essa mesma capacidade? Até porque, precisamos de apenas 20 horas para aprender algo.

Conhece alguém que já teve a síndrome do impostor ou você já teve? Deixe nos comentários como foi constatar o problema e quais foram as soluções que encontrou nesse tempo.

2 comentários em “O impacto da síndrome do impostor nos profissionais de TI

  1. Grande Eric! Excelente post, muito oportuno. Vou deixar meus 2 contos.
    Creio que a síndrome do impostor seja um problema grave em várias áreas. Vejo muito disso também na ciência.
    O problema é que com esse sentimento as pessoas tendem a se retrair, produzir menos e mostrar menos ainda. Com isso, o espaço é ocupado por pessoas com menos conhecimento (às vezes até mal intencionadas).
    O mal a ser combatido nesse caso é o medo de errar; não devemos ver o erro como uma coisa ruim. Quando o erro é “bem errado” (com controle e aprendizado), ele se torna o caminho pro crescimento e pra evolução do brother. Que isso fique na cabeça 🙂
    Abraço!

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